Dra. Rebeca
Retrato da Dra. Rebeca Souza Amaral

Oftalmologia · Genética ocular · Distrofias hereditárias da retina

Dra. Rebeca Souza Amaral

CRM-SP 194029 · RQE 77974

  • Especialização em genética ocularUNIFESP
  • Doutoranda em distrofias hereditárias da retinaUNIFESP
  • Formada no IGOInstituto de Genética Ocular, onde atende

Rebeca Souza Amaral é oftalmologista em São Paulo e trabalha com genética ocular e distrofias hereditárias da retina, as doenças em que a causa está num gene e o diagnóstico costuma demorar a chegar. Além do consultório, pesquisa e ensina na UNIFESP.

Formação

Onde ela se formou

Medicina — UFRJ

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, o começo de um percurso que mais tarde a levou à genética ocular.

Oftalmologia — Hospital Federal de Bonsucesso

Residência médica

Residência médica em Oftalmologia no Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro: a formação geral da especialidade, em que o olho é visto por inteiro antes de a retina virar o foco.

Título de Especialista — CBO

Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Título de Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, a certificação da especialidade que consta no registro do conselho junto ao CRM.

Retina e Vítreo — Beneficência Portuguesa

Fellowship

Fellowship em Retina e Vítreo no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo: a subespecialidade, com o exame e o cuidado das doenças da retina no dia a dia.

Distrofias hereditárias da retina e genética ocular — UNIFESP

Especialização

Especialização em distrofias hereditárias da retina e genética ocular pela UNIFESP, com formação no IGO (Instituto de Genética Ocular). É onde se aprende a ler o exame genético à luz da história da família e do exame de retina. Dessa leitura sai o acompanhamento.

Doutoranda — UNIFESP

Distrofias hereditárias da retina · defesa prevista para 2026

Doutorado em andamento na UNIFESP sobre distrofias hereditárias da retina, com defesa prevista para 2026. A linha de pesquisa investiga a cascata de fototransdução e suas relações genótipo-fenótipo nas distrofias hereditárias da retina: como a alteração em um gene se manifesta no exame e no percurso de cada pessoa.

Professora Visitante — UNIFESP

Ambulatório de Retina Genética

Professora Visitante no Departamento de Oftalmologia e Ciências Visuais da UNIFESP, onde atende no Ambulatório de Retina Genética.

Produção científica

Ela publica sobre as mesmas doenças que atende. Os trabalhos abaixo são revisados por pares e podem ser conferidos na íntegra pelo identificador de cada um.

  • Retinose pigmentargene RHO · 2026

    Descreveu como se manifesta a retinose pigmentar causada por alterações no gene RHO, ampliando o quadro clínico conhecido.

    DOI
  • AcromatopsiaCNGA3 e CNGB3, pacientes brasileiros · 2023

    Caracterizou a acromatopsia em pacientes brasileiros, associada aos genes CNGA3 e CNGB3.

    DOI
  • Distrofias tipo Stargardt2023

    Estudou distrofias da mácula do tipo Stargardt.

    DOI
  • Microftalmia posteriorgene MFRP · 2024

    Descreveu a microftalmia posterior ligada ao gene MFRP em pacientes brasileiros.

    DOI
  • Distrofia da retina por RDH12coorte sul-americana · 2024

    Participou da descrição de uma coorte sul-americana de distrofia por RDH12.

    DOI

Ensaios clínicos

Também atua como sub-investigadora em ensaios clínicos de terapia gênica e de terapia com RNA, todos com registro público. O papel é conduzir as avaliações oftalmológicas dos participantes e acompanhar a evolução ao longo do estudo. Participar de um ensaio depende de critérios definidos no próprio protocolo, e quem verifica se um caso se enquadra são os centros responsáveis.

Abordagem

Como eu trabalho

A investigação de uma doença rara da retina costuma envolver vários especialistas — pediatras, neurologistas, oftalmologistas generalistas — até alguém com olhar específico em genética ocular entrar na conversa. Não é raro que se passem anos nesse caminho. Foi encontrando essas histórias repetidas que fui parar na genética: a pergunta que ficava sem resposta no consultório geral quase sempre estava num gene, e ler esse gene mudava o que dava para dizer à família.

Meu trabalho começa por encurtar esse percurso. A consulta começa pela história — a sua e a da sua família —, segue pelo exame da retina e pelos exames de imagem, e chega ao teste genético quando ele faz sentido para o caso. Quando o resultado vem, lemos juntos: o que aquele gene explica, o que ele não explica, e o que muda no acompanhamento a partir dali. Atendo adultos e crianças, e converso com famílias inteiras quando a investigação envolve mais de uma pessoa. Em doença hereditária, a herança ocorre ao acaso — não existe culpado.

Um diagnóstico genético não resolve tudo, e eu não prometo desfecho. Ele organiza o que se sabe, o que se pode acompanhar e o que ainda não tem resposta. Também não substituo quem já acompanha você: na maior parte das vezes o que faço é somar uma leitura a um cuidado que continua. Cada caso é único, e o acompanhamento orienta caso a caso.

Vínculos

Onde ela atende e a que sociedades pertence

  • IGO — Instituto de Genética Ocular.Instituto onde atende, em São Paulo.
  • UNIFESP — Ambulatório de Retina Genética.Professora Visitante.
  • CBO — Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
  • SBRV — Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo.

Onde atendo

Por teleconsulta ou presencialmente, em São Paulo

Por vídeo cabe a conversa sobre o gene, sobre a herança na família e sobre o acompanhamento, além da leitura de exames que você já tenha. O exame da retina pede presença.

Para marcar, peça uma consulta por aqui — a equipe entra em contato para combinar o horário.

Presencial

Rua Botucatu, 572 · Vila Clementino, São Paulo — SP